Observação
O que os olhos não veem o coração não sente
Com visão sistêmica, observo
Observo o muro
E meu eu se deslumbra
Observo o prescrito e o eu, júbilo
Encanta-me o belo, o olhar inocente
Observo
O eu, tranquilo
O sorriso da criança
O eu, alegria
A pureza das cores
O eu, fantasia
E a vida continua.
Nua, pura, ternura.
Sílvia Pereira
Enviado por Sílvia Pereira em 17/07/2017
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