Toda nudez será perdoada
Se te mostras como és, mulher
Se és despudorada e imoral
Não lamentas, mulher, sem lamúrias!
Respeita tuas carências, tuas vontades
Tuas crenças que te tolheram a liberdade
Tuas falhas nas escolhas que te fazem temerosa
Teus medos foram como farpas
Que doem mais na alma, menos na carne
O amor é a cura para teus medos
Mulher, não te escondas, desabrocha
Sem parcimônia, entrega-te, é tempo
Assim, quando te entregares ao amor
vencerás o medo sem arrependimento, mas
se não for amor, que venha outro. Isso é vida
Sílvia Pereira
Enviado por Sílvia Pereira em 03/06/2018
Alterado em 06/06/2018