Morte
Falar de amor e ódio,
de carinho e desavença,
de sexo e rock’ n roll é rotineiro.
Falar de vida e harmonia
Falar de dores e amores
Se vê todo dia.
Mas falar de morte é dissabor
Morte física dói
A falta é constatação, impotência
O amor não acaba
A dor é aguda,
A tristeza profunda
Já que a lida é dura
E a morte é certa
Que haja, então,
sabedoria nas perdas
Dedicação no encontro e na partilha
Amor na família
E muito equilíbrio na vida
Sílvia Pereira
Enviado por Sílvia Pereira em 07/08/2018
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