BACO
no onírico
sinestesia, sonho
em um déjà vu
mortos levantam
de sua tumba
seres alados
abraçados
dançam
nas ladeiras
delícias de Baco
na noite,
pinot noir;
no dia, neurastia
“breacos”
saboreiam
línguas bifurcadas
na utopia
SÍLVIA PEREIRA
em ninfas pecadoras
saciam sua sede
de amor-próprio
no voo das águias