*POEMA SURREALISTA CADÁVER DELICADO*
(Cadavre exquis, cadáver esquisito)
Espaço: Poesia e Prosa – whatsapp
*ESTRELA-GUIA*
A deselegância na mídia
fere tentando ser neutra.
Flores de jornal, lanternas de seda.
Espaço-teia em elipse
corrói, fake news ululantes.
Na luta bruta, justiça é estrela-guia,
consome beijo e sangue:
o oculto se revela.
Missunga quer a lua presa dentro da caixa
de um magistral Dalcídio.
Driades passeiam em bosques,
cruzam a cegueira em noites sem lua.
Florestas, ambiente devastado.
Tudo é silêncio e cal e pedra.
Ausências têm significado...
Um olho distante vigia.
Sonâmbulos distraem a noite.
Guíta risca os fósforos.
Voz ancestral ecoa:
_vamos beber do fogo de oro-iná_
_o trovão a tempestade de oyá_
_a justiça a sabedoria o raio de xangô_
Poema coletivo surrealista, cadáver delicado (cadavre exquis, cadáver esquisito)
Participantes: Isadora Salazar, José Couto, Márcia Tigani, Nara Fontes, Silvia Pereira, Dirce Carneiro.
Coordenação: Dirce Carneiro
Local: Poesia e Prosa (whatssap).
Sílvia Pereira, Sílvia Pereira, Dirce Carneiro, Marcia Tigani, Nara Fontes, Isadora Salazar e José Couto.